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O acesso à informação virou um problema? Chame a PHD Brasil!
O “pai” dos sistemas de data warehouse, Bill Inmon, consultor da PHD Brasil, costuma dizer que, até 2015, o mundo produzirá dados em volume maior do que jamais conseguiu juntar em um milênio. No final da década de 90, em escala internacional, essa imensa massa de dados se media em milhões de unidades de terabyte – cada uma delas equivalendo a um trilhão de bytes ou 250 milhões de páginas de texto. Não é por acaso que a indústria mundial de storage movimenta, por ano, mais US$ 25 bilhões.
Mas, em 2010, patrocinado pela avalanche de informações que a Internet gera todos os dias e, ainda, pela Lei Sarbanes-Oxley, que obriga as sociedades anônimas a guardarem informações por mais de uma década, o acervo deverá ser contabilizado em milhões de petabytes. Algo inimaginável, considerando que um petabyte é igual a um 1.024 terabytes ou 1,1 quatrilhão de bytes. O que se pergunta não é, tão-somente, onde guardar tamanha massa de informação. Afinal, desde o começo da década passada, a capacidade de armazenamento das mídias aumentou 18 vezes, enquanto os preços recuaram 52 vezes. A questão é como administrar a informação. Nas empresas, metade delas – inclusive as de valor estratégico, de apoio a decisão – permanece fora dos bancos de dados, ilhada nas estações de trabalho e laptops, sem falar nos cerca de 50 milhões de e-mails que se produzem por dia, mundo afora. O maior desafio é administrar a imensa massa de dados que não pára de crescer. Um problema que a PHD Brasil pode resolver, graças ao respaldo de uma equipe de consultores mundialmente respeitados e o estado da arte em tecnologia, garantida por um respeitável time de parceiros. Sua empresa não sabe mais como organizar as informações, de maneira racional, segura e econômica? Pior, não tem como garantir que o acesso a elas se faça na velocidade compatível com o grau de urgência que o processo decisório exige, no competitivo mundo dos negócios? Chame a PHD Brasil!
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